Portugal ainda está na fase de desenvolvimento dos supermercados online

Supermercados online não convencem portugueses

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As vendas dos supermercados online estão a explodir em várias regiões do globo.  O e-commerce alimentar representou 5% das vendas globais de FMCG (Fast-moving consumer goods) no período acumulado até março de 2017. Há dois anos, o peso era de 3%. França, Reino Unido, China, EUA e Coreia do Sul, são o Top 5 dos países que mais contribuem para o desenvolvimento deste canal de distribuição. Ao contrário de Portugal, onde as vendas de produtos alimentares na web estagnaram no mesmo período, segundo dados fornecidos pela Kantar Worldpanel, por ocasião da apresentação do barómetro “Marcas+Consumidores”, uma iniciativa da consultora e da Centromarca, a associação que reúne os interesses dos produtos de marcas, que vai na sexta edição.

Os supermercados online representaram 0,9% do volume de negócios total do comércio online de bens de grande consumo no mercado interno até setembro, o que representa um recuo de 4,9% face aos 12 meses anteriores.

Enquanto Portugal ainda está na fase de desenvolvimento deste canal, França, Reino Unido e Espanha, por exemplo, já entraram na fase de maturidade. “O mercado espanhol de vendas online de alimentação, que há um ano representava um volume de vendas semelhante ao português, acelerou com a entrada do gigante online norte- -americano Amazon. O crescimento no último ano deverá andar perto dos 30%”, comenta Pedro Pimentel, diretor-geral da Centromarca. Já em França, “o valor de mercado é empolado pelo estágio de desenvolvimento do serviço ‘Click & Collect'”, pontos de recolha das encomendas efetuadas online. “Depois da guerra dos canais, o setor está hoje na batalha dos ‘timings’ de entrega” das compras.

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FONTE: HIPERSUPER